quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Fevereiro - Igreja Matiz de Alijó

Finais do Séc. XVIII, tem uma escultura de St.ª Maria Maior, em pedra de Ança do Séc. XVIII. Destacam-se ainda, algumas peças de ourivesaria do séc. XVIII.Localização: Alijó
Provérbio popular: "Fevereiro , o mais curto mês e o menos cortês".
Provérbio popular: "Fevereiro , o mais curto mês e o menos cortês".
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Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894 — Matosinhos, 8 de Dezembro de 1930), baptizada com o nome de Florbela de Alma da Conceição, foi uma poetisa portuguesa.Precursora do movimento feminista em Portugal, teve uma vida tumultuosa, inquieta, transformando os seus sofrimentos íntimos em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização e feminilidade.
Filha de Antónia da Conceição Lobo, empregada de João Maria Espanca, que não a reconheceu como filha. Porém com a morte de Antónia em 1908, João e sua mulher Maria Espanca criaram a menina. O pai só reconheceria a paternidade muitos anos após a morte de Florbela.
Em 1903 Florbela Espanca escreveu a primeira poesia de que temos conhecimento, A Vida e a Morte. Casou-se no dia do seu aniversário em 1913, com Alberto Moutinho. Concluiu um curso de Letras em 1917, inscrevendo-se a seguir para cursar Direito, sendo a primeira mulher a frequentar este curso na Universidade de Lisboa.
Sofreu um aborto involuntário em 1919, ano em que publicaria o Livro de Mágoas. É nessa época que Florbela começa a apresentar sintomas mais sérios de desequilíbrio mental. Em 1921 separou-se de Alberto Moutinho, passando a encarar o preconceito social decorrente disso. No ano seguinte casou-se pela segunda vez, com António Guimarães.
O Livro de Soror Saudade é publicado em 1923. Florbela sofreu novo aborto, e o seu marido pediu o divórcio. Em 1925 casou-se pela terceira vez, com Mário Lage. A morte do irmão, Apeles (num acidente de avião), abala-a gravemente e inspira-a para a escrita de As Máscaras do Destino.
Tentou o suicídio por duas vezes em Outubro e Novembro de 1930, às vésperas da publicação de sua obra-prima, Charneca em Flor. Após o diagnóstico de um edema pulmonar, suicida-se no dia do seu aniversário, 8 de Dezembro de 1930. Charneca em Flor viria a ser publicado em Janeiro de 1931.
Fonte: www.wikipedia.org
Janeiro - Pelourinho de Alijó

Assente em plataforma de 3 degraus, tem base em moldura redonda, fuste cilíndrico liso e capitel de remate esférico. É do séc. XVI e foi restaurado no séc. XIX. Imóvel de Interesse Público.
Provérbio popular: "Em Janeiro, um porco ao sol outro no fumeiro".
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JORGE AMADO
Nasceu em 10 de Agosto de 1912 no interior da Bahia, terra do poeta Castro Alves. No ano seguinte ao seu nascimento, uma epidemia de varíola obriga a família a deixar a fazenda e a estabelecer-se em Ilhéus, onde viveu a maior parte da infância que lhe serviu de inspiração para vários romances.Foi para o Rio de Janeiro, então capital da República, para estudar na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, actual Faculdade de Direito da UFRJ. Durante a década de 30, a Faculdade era um pólo de discussões políticas e de arte, tendo ali travado os seus primeiros contactos com o movimento comunista organizado.
Foi jornalista, e envolveu-se com a política ideológica, tornando-se comunista, como muitos da sua geração. São temas constantes em suas obras: os problemas e injustiças sociais, folclore, a política, crianças e tradições, e a sensualidade do povo brasileiro - contribuindo assim para a divulgação deste aspecto da nossa gente.
As suas obras são umas das mais significativas da moderna ficção brasileira, com 49 livros, propondo uma literatura voltada para as raízes nacionais. Em 1945, foi eleito para Deputado Federal pelo PCB, o que lhe rendeu fortes pressões políticas.
Era casado com Zélia Gattai, também escritora e que o sucedeu na Academia Brasileira de Letras. Com ela teve dois filhos: João Jorge, sociólogo; e Paloma.
Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941 a 1942), em Paris (1948 a 1950) e em Praga (1951 a 1952). Escritor profissional, viveu exclusivamente dos direitos autorais dos seus livros. Na década de 1990, porém, viveu forte tensão e expectativa de um grande queda nas economias pessoais, com a falência do Banco Económico, onde tinha as suas economias. Não chegou porém a perder as suas economias, já que o banco acabou socorrido pelo Proer, controvertido programa governamental de auxílio a instituições financeiras em dificuldades.
Fonte: wikipedia.org
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
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